As recentes crises sanitárias evidenciaram a importância de sistemas de saúde preparados para responder rapidamente a epidemias, emergências e desigualdades persistentes no acesso aos serviços. A inovação e a biotecnologia podem contribuir para ampliar a capacidade de diagnóstico, produção de vacinas, medicamentos, equipamentos e soluções digitais, fortalecendo a autonomia sanitária dos países.
A sessão discutirá oportunidades de cooperação entre países africanos, Brasil e parceiros de outras regiões nas áreas de pesquisa, desenvolvimento tecnológico, formação de profissionais e produção local de insumos estratégicos. Também serão abordados temas como transferência de tecnologia, pesquisa clínica, saúde digital, medicina preventiva, vigilância epidemiológica e construção de sistemas de saúde mais inclusivos, acessíveis e resilientes.