A escassez e o alto custo do financiamento continuam sendo obstáculos importantes para que países em desenvolvimento invistam em infraestrutura, industrialização, transição energética e adaptação climática. A mobilização de recursos exige novas soluções financeiras, maior participação do setor privado e instituições mais alinhadas às necessidades dos países do Sul Global.
A sessão debaterá bancos de desenvolvimento, fundos climáticos, garantias, financiamento combinado, títulos sustentáveis e mecanismos de redução do risco cambial e político. Também examinará propostas para tornar a arquitetura financeira internacional mais inclusiva, previsível e favorável ao desenvolvimento sustentável.
- Quais instrumentos financeiros — como financiamento combinado (blended finance), garantias e títulos sustentáveis — têm se mostrado mais eficazes para reduzir o custo de capital e atrair investimento privado para projetos de infraestrutura e transição energética em países em desenvolvimento?
- Que papel os bancos de desenvolvimento e os fundos climáticos podem desempenhar na mitigação de riscos cambiais e políticos, e como suas atuações podem ser melhor coordenadas para ampliar o volume e a previsibilidade dos recursos disponíveis para mercados emergentes do Sul Global?
- Quais estratégias e casos de sucesso de governos no nível subnacional em países em desenvolvimento podem ser destacados na atração de investimentos sustentáveis, e como essas iniciativas locais podem se articular de modo mais coordenado com instituições de desenvolvimento internacionais e banco de fomentos?
