A escassez e o alto custo do financiamento continuam sendo obstáculos importantes para que países em desenvolvimento invistam em infraestrutura, industrialização, transição energética e adaptação climática. A mobilização de recursos exige novas soluções financeiras, maior participação do setor privado e instituições mais alinhadas às necessidades dos países do Sul Global.
A sessão debaterá bancos de desenvolvimento, fundos climáticos, garantias, financiamento combinado, títulos sustentáveis e mecanismos de redução do risco cambial e político. Também examinará propostas para tornar a arquitetura financeira internacional mais inclusiva, previsível e favorável ao desenvolvimento sustentável.