As recentes crises sanitárias evidenciaram a importância de sistemas de saúde preparados para responder rapidamente a epidemias, emergências e desigualdades persistentes no acesso aos serviços. A inovação e a biotecnologia podem contribuir para ampliar a capacidade de diagnóstico, produção de vacinas, medicamentos, equipamentos e soluções digitais, fortalecendo a autonomia sanitária dos países.
A sessão discutirá oportunidades de cooperação entre países africanos, Brasil e parceiros de outras regiões nas áreas de pesquisa, desenvolvimento tecnológico, formação de profissionais e produção local de insumos estratégicos. Também serão abordados temas como transferência de tecnologia, pesquisa clínica, saúde digital, medicina preventiva, vigilância epidemiológica e construção de sistemas de saúde mais inclusivos, acessíveis e resilientes.
- Quais lições concretas a pandemia de Covid-19 deixou para Brasil e África no que diz respeito à necessidade de reduzir a dependência de cadeias de suprimentos farmacêuticas globais e desenvolver capacidades produtivas próprias?
- Como transformar a rica biodiversidade compartilhada entre Brasil e África em uma vantagem competitiva real para a inovação em biotecnologia e saúde?
- Que modelos de cooperação — envolvendo sistemas públicos, privados e hospitalares — podem ser mais eficazes para ampliar simultaneamente o acesso à saúde, a capacidade de inovação e a resiliência sanitária em ambas as regiões?
